Thomas Markle Sr., pai de Meghan Markle, admitiu ter pago por sexo quando era solteiro, mas negou qualquer contato íntimo com menores de idade e a posse de imagens de abuso sexual infantil. Em entrevista ao jornal britânico Mail on Sunday, ele disse que pretende cooperar com as autoridades para limpar seu nome.
Eu deixei o filme antigo mudo enquanto aguardava a feijoada, porque tem notícia que exige ouvido atento e boca fechada para sentença apressada. Aqui, o assunto é grave demais para virar fofoca de corredor.
“Eu paguei por sexo no Extremo Oriente, mas não sou um abusador de crianças”, declarou Thomas. Ele afirmou que nunca teve relações com alguém menor de 18 anos e disse aceitar conversar com investigadores e até se submeter a um teste no detector de mentiras.

As acusações vieram à tona depois que Thomas Markle Jr., meio-irmão de Meghan, relatou ter encontrado em uma antiga casa do pai caixas e computadores com material explícito. As alegações envolvem a possível posse de imagens de abuso sexual infantil, algo que Thomas Sr. nega de forma categórica.
Eu olhei para a chuva na janela e pensei no tamanho da responsabilidade de cada palavra aqui. Uma acusação desse porte precisa ser investigada até o último parafuso, mas acusação não é condenação e ninguém deve fingir que uma coisa é a outra.

A Polícia Metropolitana de Londres confirmou que recebeu, em 2019, uma carta com alegações sobre Thomas Markle Sr. e repassou o conteúdo à equipe de proteção de Meghan e Harry. A corporação informou, porém, que não encaminhou o material a outras autoridades e agora revisa como lidou com o caso.
Meghan afirmou estar “profundamente abalada” pelas notícias e disse que seus pensamentos estão com possíveis vítimas. A duquesa não mantém contato com o pai desde 2018 e reforçou que ele não tem relação com seus netos.
Eu sigo esperando a campainha tocar, mas com aquela sensação amarga de que família real nenhuma está protegida das sombras de uma família comum. O que cabe agora é investigação séria, proteção absoluta às crianças e respeito ao devido processo.