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Kátia Flávia
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MP Eleitoral de MG denuncia Nikolas Ferreira por difamação envolvendo livro de Fuad Noman

Kátia Flávia

09/07/2025 9h30

Deputado é acusado de associar obra literária do ex-prefeito de BH à pedofilia durante a campanha de 2024; colega Bruno Engler também é denunciado

Foto: Divulgação

Olha, minha gente, quando penso que já vi de tudo nesse país tropical abençoado por Deus, vem o Nikolas Ferreira e me ressurge com mais uma polêmica que parece saída de um roteiro de novela das sete,só que mal escrito e sem figurino decente.

Pois bem: o Ministério Público Eleitoral de Minas Gerais bateu à porta do queridinho das redes bolsonaristas nesta terça-feira (8/7) e entrou com uma denúncia contra ele, alegando que o moço passou do ponto na hora de tentar lacrar.

Segundo o babado oficial, Nikolas foi além do tom quando decidiu usar um livro escrito por Fuad Noman, ex-prefeito de Belo Horizonte e falecido recentemente, pra fazer insinuações gravíssimas sobre pedofilia. Sim, você leu certo: ele teria dito que a ficção do livro “Cobiça” era “pornográfica” e ainda citou, com todas as letras, uma cena de estupro coletivo como se estivesse falando do próprio autor, e não de uma obra de ficção.

O detalhe? A Justiça já tinha mandado apagar o vídeo, mas ele foi lá e postou outro. Ai, meu amor, é pedir pra dançar com o processo, e de salto fino, ainda por cima.

O Ministério Público está pedindo: a cassação dos direitos políticos do deputado e uma indenização por danos morais, que será encaminhada para uma instituição escolhida pela família de Fuad, veja que classe.

Ah! E não pense que o moço abaixou a crista. Ele já foi às redes gritar que está sendo perseguido porque é de direita, dizendo: “Uai, não posso falar e denunciar mais não?”

Claro, Nikolas… só não pode inventar, né, meu bem?E tem mais! O deputado estadual Bruno Engler, aquele que adora um ringue político, também entrou na dança: usou trechos do livro em campanha e ainda ligou isso a um festival de quadrinhos da prefeitura, insinuando que teria rolado exposição de crianças a conteúdo impróprio. Insinuações que, diga-se, não parariam nem numa coluna de fofoca de bairro, meu amor.

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