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Kátia Flávia
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Maria Cândida diz que “teste do sofá” ainda existe na TV e faz revelação sobre bastidores do meio artístico

Jornalista afirmou que a prática continua acontecendo de forma mais discreta e disse acreditar que muitas mulheres já passaram por esse tipo de situação para conseguir trabalhar

Brenno

21/05/2026 10h55

Maria Cândida diz que teste do sofá ainda existe nos dias de hoje. (Foto/Reprodução: Divulgação)

Maria Cândida diz que teste do sofá ainda existe nos dias de hoje. (Foto/Reprodução: Divulgação)

A maravilhosa jornalista Maria Cândida abriu uma daquelas portas dos bastidores da televisão que muita gente conhece, comenta baixinho no café da emissora, mas ninguém fala em voz alta diante da câmera.

Durante participação no “Programa Flávio Ricco”, a jornalista falou sobre o chamado “teste do sofá” e afirmou que esse tipo de prática ainda existe no meio artístico, só que hoje de maneira menos explícita.

“Até hoje, mas hoje não é tão explícito, né? Então, assim, o teste do sofá não é tão explícito, eu acho”, declarou.

E vamos combinar? Existe uma diferença enorme entre dizer que algo acabou e admitir que ele apenas aprendeu a se esconder melhor.

Maria Cândida ainda afirmou acreditar que muitas atrizes já passaram por esse tipo de situação ao longo da carreira. “Eu tenho certeza que a maioria passou por esses testes. Mas a maioria mesmo, porque não tinha outro jeito”, disse.

A fala ganhou ainda mais peso quando ela deixou claro que não julga mulheres que aceitaram esse tipo de imposição para conseguir espaço profissional.

“E eu não condeno, entendeu? Talvez eu também fizesse, não sei”, declarou, num momento de honestidade.

E quem viveu a televisão nos anos 90 e 2000 sabe que esse assunto sempre circulou pelos corredores com aquele ar de segredo que todo mundo conhecia. Camarim, produtor poderoso, promessa de oportunidade, reunião “particular”… a indústria do entretenimento durante muito tempo romantizou comportamentos extremamente problemáticos.

Maria Cândida ainda comentou que esse cenário não seria exclusividade do Brasil.

“E muito latino, né? Porque, tipo, os Estados Unidos… Se bem que nos Estados Unidos também acontecia”, afirmou.

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