Eu estava saindo do cabeleireiro em Cosme Velho quando o celular vibrou com um vídeo que já sabia que ia parar na minha coluna. Maíra Cardi gravou um relato contando que jogou fora um refrigerante que o marido, Thiago Nigro, tinha pedido, alegando que açúcar não entra na casa dela de jeito nenhum. Segundo ela, Thiago é adulto e pode fazer o que quiser fora de casa, mas dentro do lar ela não abre exceção, nem para dar mau exemplo aos filhos.
O relato de Maíra não é novidade para quem acompanha a rotina de disciplina que ela impõe em casa, sempre em nome da saúde e da longevidade da família. Ela mesma admitiu no vídeo que desconfiou do marido, perguntou se ele tinha pedido a bebida e, mesmo sem confirmação clara, decidiu que a lata iria direto para o lixo. A empresária também comentou que já foi chamada de terrorista alimentar por conta desse tipo de postura, e que prefere ouvir crítica a abrir mão do que considera cuidado com a vida das filhas e do marido.

Assim que o vídeo circulou, a repercussão dividiu opinião entre quem aplaudiu o rigor de Maíra com a alimentação da família e quem achou o gesto controlador demais para uma bebida que era do próprio marido. Perfis de fofoca reproduziram o trecho em que ela justifica a atitude comparando o refrigerante a uma forma de diminuir o tempo de vida ao lado das filhas, e a discussão sobre limite entre cuidado e controle tomou conta dos comentários.
Eu que já vi vizinha proibir marido de comer pão na mesa de casa sei que esse tipo de regra rígida sempre separa opinião em duas panelas. Casa de casal com filho pequeno tem regra própria, mas decidir pelo que o outro vai beber é receita certa para discussão daquelas na cozinha, com ou sem açúcar envolvido.