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Kátia Flávia
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Justiça permite Suzane von Richthofen a administrar herança milionária do tio 

Apesar da investigação por furto e do seu histórico de indignidade hereditária, a ex-presidiária foi nomeada como inventariante dos bens avaliados em R$ 5 milhões após renúncia do irmão. 

Kátia Flávia

06/02/2026 13h30

Apesar da investigação por furto e do seu histórico de indignidade hereditária, a ex-presidiária foi nomeada como inventariante dos bens avaliados em R$ 5 milhões após renúncia do irmão. 

Amigas, estava eu aqui tomando um sorvete de limão siciliano na orla de Ipanema após uma aula intensa de aeropilates, quando uma das minhas fofoqueiras me manda um áudio que quase me fez cair dura no calçadão de tão chocada que eu fiquei com esse babado. 

Acontece que a Justiça de São Paulo nomeou Suzane von Richthofen como a inventariante da herança de seu tio, o médico aposentado Miguel Abdalla Netto. Miguel, irmão de Marísia von Richthofen, faleceu em janeiro de 2026, deixando um patrimônio estimado em R$ 5 milhões. Essa decisão ocorre em meio a um cenário conturbado, marcado por acusações de furto e uma disputa direta entre Suzane e uma prima do falecido, Silvia Gonzalez Magnani. 

Segundo as informações do jornalista Ullisses Campbell, do jornal O Globo, essa nomeação de Suzane foi proferida pela juíza Vanessa Vaitekunas Zapater, que fundamentou a decisão na hierarquia do Código Civil. De acordo com a magistrada, sobrinhos (parentes de terceiro grau) têm preferência sucessória sobre primos (quarto grau). Já que Andreas, seu irmão caçula, renunciou à herança, ela se tornou a única herdeira direta habilitada no processo. Mesmo sabendo do passado da ré, a juíza ressaltou que o histórico criminal de Suzane não possui relevância jurídica para a definição de quem deve administrar os bens. 

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