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Kátia Flávia
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Herança de Bruno Avelar, morto com Rick, vira guerra judicial entre viúva e ex

Nesta sexta (6), a defesa de Lívia Avelar anunciou que vai processar Cláudia Guimarães, mãe dos filhos do empresário amigo de Neymar. Bruno morreu em setembro, na queda do helicóptero que também matou Rick, da dupla Rick & Renner.

Kátia Flávia

07/11/2026 10h46

bruno avelar (1)

A herança de Bruno Avelar está no centro de um impasse na Justiça que envolve o inventário do empresário, a gestão de sete empresas e os direitos de dois filhos menores de idade. Publicado primeiro em Banda B » Herança de Bruno Avelar, morto em acidente aéreo com Rick, vai parar na Justiça; caso envolve sete empresa e os direitos de dois filhos menores de idade.Publicado primeiro em Banda B » Herança de Bruno Avelar, morto em acidente aéreo com Rick, vai parar na Justiça; caso envolve sete empresas e os direitos de dois filhos menores.

Gente. Eu achava que essa história tinha terminado no velório. Não terminou.

Pra quem não ligou o nome à tragédia: Bruno Avelar era o empresário que estava no helicóptero que caiu em Santa Catarina em setembro. No mesmo acidente morreu Rick, da dupla sertaneja Rick & Renner. Bruno era palestrante, escritor e especialista em networking, além de amigo de Neymar e presença frequente nos eventos do Instituto Projeto Neymar Jr. O Brasil inteiro acompanhou as buscas, e depois veio o luto.

E aqui começa o enredo. Bruno ficou 17 anos com Cláudia Guimarães, com quem teve dois filhos. Os dois se separaram em 2025. Em 4 de agosto deste ano, ele se casou com a jornalista Lívia Avelar, em Barueri. Pouco mais de um mês depois, morreu. No velório, em Belo Horizonte, as duas estavam lá, e os comentários já se dividiam entre a viúva e a ex. Maíra Cardi saiu publicamente em defesa de Cláudia.

Agora a novidade. Os advogados de Lívia avisaram que vão à Justiça contra Cláudia por declarações que, segundo eles, atribuíram à viúva condutas que não aconteceram. A ação vai ser um processo novo, separado das ações de família. O Portal LeoDias, que publicou a nota, tratou o caso como uma ação criminal por perseguição.

A nota responde a duas histórias que estavam circulando. A primeira diz que Lívia teria processado os filhos de Bruno. A defesa diz que esse processo não existe. O que existe é o inventário, que a lei obriga a abrir depois de uma morte. Lívia aparece como requerente, e os dois filhos estão listados como herdeiros desde a primeira petição. A segunda diz que o inventário teria sido aberto na madrugada depois do enterro. Os advogados negam e dizem que essa versão foi espalhada para colar na viúva uma pressa e uma intenção que nunca existiram. Esse ponto também vai para o juiz.

Peraí, porque tem um detalhe. A mesma nota diz que transformar briga de família em espetáculo fora dos tribunais não interessa à memória de Bruno. Cita uma decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que teria proibido expor a vida do antigo casal. E afirma que “o Poder Judiciário é o palco correto para discutir direitos”. Tudo isso num comunicado mandado para um portal de celebridades.

Lívia pede respeito ao luto e diz que não vai comentar os processos de família, por causa do segredo de justiça. Nos processos, ela fica em silêncio. Com a ex, pelo visto, não. A versão de Cláudia sobre a nota ainda não apareceu.

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