A casa em Cosme Velho ainda cheirava a café fresco quando o telefone tocou com o aviso da semana, e o tênis de ir pra academia de Leblon ficou esquecido na porta. Porque tem capítulo que segura qualquer rotina, e o que “Quem Ama Cuida” prepara é uma passagem de tempo de tirar o fôlego. Adriana vai sair da cadeia, e o Brasil inteiro vai segurar a respiração junto!
Condenada a 12 anos por um crime que jamais cometeu, a mocinha cumprirá metade da pena e finalmente conquistará a liberdade condicional depois de seis longos anos pagando o pato. Só que antes da porta se abrir, vem o golpe baixo: um capanga mandado por Pilar invade o presídio com um recado de gelar a espinha. Se Pedro insistir em salvá-la, o advogado vira defunto. E o que a coitada faz? Empurra o amor da vida dela pra bem longe, exigindo que ele largue o caso de uma vez. Que sacrifício de partir o coração!
E aí mora o nó da trama: Pedro vai passar esses anos todos convencido de que foi rejeitado pela mulher que ama, sem fazer ideia de que ela só estava protegendo a pele dele. Seis anos depois, o reencontro dos dois promete ser o combustível da fase nova. Vai ter olhar travado, vai ter mágoa acumulada, vai ter aquela tensão que faz a audiência gritar com a televisão “se entendam logo, criaturas!”.
Mas que ninguém ache que a mocinha volta frágil, porque volta é com sangue nos olhos! Adriana sai determinada a reconquistar o amor de Pedro e, de quebra, fazer justiça contra quem a jogou atrás das grades. Os alvos da vez? Pilar e Ademir, anotem os nomes, porque a conta vai chegar. E como se já não bastasse, a injustiçada ainda reabrirá o mistério da morte de Arthur, o milionário, caçando o verdadeiro assassino. Reconstruir a vida amorosa e desmascarar matador no mesmo pacote: essa mulher não brinca em serviço!
Pilar achando que se safou? Pode rir agora, vilã, que o riso vai virar choro. Toda novela tem aquele momento em que a santa sofredora se transforma em justiceira, e Adriana está prestes a viver o dela. Que venha o reencontro, que venha a vingança, e que Pilar e Ademir paguem cada lágrima derramada nesses seis anos. A torcida está montada e a paciência, esgotada!