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Inscrições abertas para cursos de Gestão de Projetos, Audiovisual e Teatro

Partindo do universo do circo, o projeto de capacitação inicia a criação de um espetáculo realizado por aprendizes, que será apresentado ao fim da formação

Foto|Divulgação

Entre maio e agosto, o projeto de capacitação gratuita “Educação e Cultura” realiza sua segunda etapa, cuja inspiração principal é o universo circense. Com a proposta de montar e apresentar um espetáculo ao fim da formação, a organização abre inscrições para cursos presenciais noCentro Universitário IESB (Campus Ceilândia) em 3 diferentes áreas: Gestão de Projetos com Jade Oliveira, Audiovisual com Ana Flávia e Teatro com Mila Ellen.

Este projeto é realizado pela Associação Cresce DF, tem fomento da Secretaria Especial do Ministério do Turismo e apoio da Central Única das Favelas DF (Cufa DF).

O coordenador pedagógico da iniciativa, Rafael Soul, explica a relação entre o mote escolhido e a formação direcionada à comunidade periférica, proposta pelo “Educação e Cultura”: “o circo e as expressões que o compõem, como o mágico, o equilibrista, o palhaço e o contorcionista, fazem alusão sutil ao morador das favelas e das periferias, que precisam, em seu cotidiano, fazer mágicas, contorcionismos, equilíbrios para enfrentar os desafios diários da vida, sem deixar de sonhar”. 

Resultados alcançados 

Na primeira etapa do “Educação e Cultura”, ocorrida entre fevereiro e março, os cursos foram de Fotografia, Roadie, Empreendedorismo e Cenografia. A boa notícia é que parte desses jovens já estão atuando na área e colocando os conhecimentos, adquiridos durante a formação, em prática. 

Para Tatiana Reis, professora de Fotografia, o projeto chega em um momento crucial.

“Estamos vivendo um período pós-pandêmico no qual muitas pessoas perderam o emprego ou mudaram de área, e a fotografia é uma dessas novas possibilidades. O curso possibilitou que uma variedade de alunos adquirissem a qualificação necessária para ingressar no mercado”, comemora.

Após a conclusão do curso de Fotografia, Bruno Gustavo já alcançou um grande feito: esteve entre os selecionados para concorrer ao Prêmio Olhar Brasília de Fotografia na categoria júri popular. “Sempre tive vontade de fazer um curso, mas nunca consegui por conta do alto custo. Esse curso para mim foi uma virada de chave, hoje eu vejo a fotografia como profissão. Tive contato com muitas técnicas, vários profissionais e nunca imaginaria que participaria de um concurso. O que para mim é sinal de que estou no caminho certo”, afirma. 

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Segundo Renato Ravengar, professor de Roadie, o saldo do projeto tem sido muito positivo. “O mercado de trabalho, em Brasília, sofreu bastante com a pandemia, perdemos bons profissionais e muitos mudaram de ramo. Por isso, levar iniciativas como essa para as periferias é de extrema importância, forma mão de obra especializada e atende a uma demanda crescente”, destaca.  

Barbiana Santos, aluna do curso de Roadie, conta sobre sua experiência: “Eu acabei me interessando pela área, é algo novo e diferente do que eu costumava fazer. Além disso, não temos muitas mulheres atuando nesse mercado, o que despertou ainda mais minha curiosidade. E deu certo, desde a finalização do curso já consegui trabalhar na área. ”  

Serviço: Educação e Cultura – Segunda Etapa.

Local: Centro Universitário IESB – Campus Ceilândia.

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Inscrições: http://crescedf.com.br/site/?p=2860.








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