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Naldo defende pioneirismo no mercado do funk internacional e afirma: “Sem mim, não existiria a Anitta”

A ex-empresária de Anitta, Kamilla Fialho, defendeu a ideia de que o cantor abriu caminho para a intérprete de “Envolver”

A ex-empresária de Anitta, Kamilla Fialho, defendeu a ideia de que o cantor abriu caminho para a intérprete de "Envolver" Foto: Reprodução

Naldo Benny, de 43 anos, falou sobre a afirmação feita por Kamilla Fialho, ex-empresária da cantora Anitta. Ela defendeu a ideia de que o cantor abriu caminho para que a intérprete de “Envolver” pudesse ser o sucesso internacional que é hoje. 

Durante o bate papo no “Barba Cast”, apresentado por Rafael Cotta, Naldo ressaltou seu pioneirismo no mercado hoje explorado pela poderosa. “A Kamilla está muito certa quando coloca assim: ‘sem o Naldo, não existiria Anitta’. Eu fui o cara que virei o funk para o funk pop. Eu fiz o funk virar uma indústria, industrializei o gênero.”

“Em 2008, eu dava entrevistas dizendo: ‘vou ter uma casa em Miami, vou fazer uma carreira internacional, começando em Miami, para o público latino [que reside por lá]. A Anitta seguiu isso”, comparou. 

“Ele mostrou para a galera que veio depois dele que isso era possível. Não via [até então] um artista funk dizendo que queria levar o funk para o mundo, que ia fazer parceria com um artista internacional. Ele acreditou numa coisa que a galera do funk não achava que seria possível”, complementou a esposa dele, Mulher Moranguinho, que também participou do podcast.

Naldo acredita que a identificação do público estrangeiro com o funk é potencialmente maior do que outros ritmos que também são sucesso por aqui. 

“Eu olhei para o quadro e falei: ‘consigo gravar uma música com Jay-Z, com Chris Brown’. Porque o meu som é um som urbano, eletrônico como o deles, é da rua! Por exemplo, o pagode é forte no Brasil, o forró, o sertanejo… Só que o funk tem essa semelhança à música eletrônica, norte-americana”, ponderou.

Fala de Kamilla Fialho

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Kamilla Fialho ressaltou a importância de Naldo para a internacionalização do funk em entrevista recente ao podcast “Inteligência Limitada”, de Rogério Vilela.

“Naldo sempre teve uma cabeça voltada ao Pop. Ele é um anfitrião, foi ele quem virou a chave. Se ele não tivesse surgido, talvez a Anitta não viesse no mesmo embalo. Não existiam meninas ou meninos no funk com o balé no palco, esse tipo de coisa”, afirmou ela. 

“Esquecem que ele plantou tudo isso. Naldo é um put* músico e veio trazendo o componente da dança. Ainda tinha muito preconceito com quem chegava com os dançarinos para o show”, recordou a empresária.

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