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Celebridades

Juliette questiona ligação de Flávio Bolsonaro com bispo que atacou Nossa Senhora Aparecida

No episódio apresentado por Juliette, as falas atribuídas ao bispo são usadas para discutir intolerância religiosa

Redação Jornal de Brasília

12/10/2026 16h22

Foto: Reprodução

ADRIELLY SOUZA
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

A cantora e ex-BBB Juliette Freire apresenta um vídeo que questiona declarações do bispo evangélico JB Carvalho contra a devoção à santa e chama a atenção para a ligação do religioso com o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República.

Intitulada “A Guerra à Santa”, a iniciativa foi divulgada pelo projeto Revelando nas plataformas digitais. No episódio apresentado por Juliette, as falas atribuídas ao bispo são usadas para discutir intolerância religiosa.

O conteúdo começa com uma pergunta sobre o motivo de Nossa Senhora Aparecida despertar hostilidade entre pessoas que buscam ocupar posições de poder. “Por que uma Santa desperta tanto ódio em quem quer mandar no país?”, questiona a publicação.

Em seguida, o vídeo ressalta a importância da imagem para os católicos brasileiros e a reconhece como símbolo da devoção mariana. “Pra muita gente, Nossa Senhora Aparecida é a padroeira do Brasil, a mãe de Jesus”, diz o material.

O vídeo também menciona a relação de Flávio Bolsonaro com JB Carvalho. Segundo o conteúdo, o senador escolheu ser batizado na igreja liderada pelo bispo, apontado como autor de declarações contrárias à veneração de Nossa Senhora Aparecida.

BISPO CRITICOU DEVOÇÃO À SANTA
Um dos principais alvos da iniciativa são manifestações de JB Carvalho nas quais ele teria chamado Nossa Senhora Aparecida de “braço direito de Satanás” e defendido que a santa deixasse de ser reconhecida como padroeira nacional.

O vídeo apresentado por Juliette recupera essas declarações e questiona a influência de discursos religiosos na vida pública e a aproximação entre líderes de igrejas e representantes políticos. O material também coloca em discussão os limites entre a liberdade de crença e manifestações que podem ser interpretadas como ofensivas à fé de outras pessoas.

Ao abordar a escolha de Flávio Bolsonaro pela igreja de Carvalho para realizar seu batismo, a campanha pergunta por que o senador se aproximou de um religioso que, segundo a iniciativa, fez declarações hostis à devoção católica.

“Entre tantos pastores, por que se cercar de quem espalha o ódio contra a fé das pessoas?”, questiona a cantora.

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