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Economia

Após saltar a R$ 4,32, mercado ajusta-se à cautela com coronavírus e agenda

O investidor deve ficar atento nesta segunda ao dólar mais fraco ante suas rivais e divisas emergentes ligadas a commodities no exterior

Redação Jornal de Brasília

10/02/2020 12h30

PHOTO/VANDERLEI ALMEIDA

Após o dólar à vista ter alcançado seu pico histórico de R$ 4,32 na sexta-feira, o mercado de câmbio pode ter sua liquidez afetada hoje pelo temporal em São Paulo, que impede muita gente de chegar ao trabalho. O investidor deve ficar atento nesta segunda ao dólar mais fraco ante suas rivais e divisas emergentes ligadas a commodities no exterior.

Investidores globais realizam parte de ganhos recentes com o dólar após indicadores americanos melhores que o esperado, embora o surto de coronavírus siga no foco com mais de 900 mortes na China, superando a epidemia de Sars.

As revisões para baixo do IPCA 2020 na Pesquisa Focus, de 3,40% para 3,25%, e também no caso das estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, de 3,35% para 3,21%, podem apoiar ainda alguma cautela com a atividade doméstica antes da agenda semanal. No radar nos próximos dias estão a ata da reunião do Copom da semana passada, amanhã, além de dados de varejo, de serviços e do IBC-BR.

No exterior, são esperados novos dados de inflação e do varejo dos Estados Unidos em janeiro, além da apresentação pelo presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, de relatório de Política Monetária ao Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos Representantes, nesta terça-feira, e ao Comitê Bancário do Senado, na quarta-feira.

Às 10h57, o dólar à vista 0,10%, a R$ 4,3167.

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