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Violência toma conta de Samambaia

Mais uma mulher ferida veio à óbito nesta terça-feira. Segundo o companheiro da vítima, outra mulher foi a autora do crime

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Foto: Lucas Neiva
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No fim da tarde desta terça-feira (14), a Polícia Militar do DF (PMDF) foi acionada pelo 190 para atuar em uma ocorrência no conjunto 2, da quadra QS 307, em Samambaia. 

Ao chegar no local a guarnição identificou uma mulher ferida por arma branca. O Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) confirmou o óbito de uma mulher. 

O companheiro da vítima afirmou aos policiais que estava com outro casal. Segundo o companheiro a outra mulher foi quem esfaqueou a vítima e fugiu do local. Ninguém foi preso e as investigações estão a cargo da 32ª DP em Samambaia. 

Outro caso

Na manhã desta terça-feira, outro caso em Samambaia levou uma mulher à óbito que foi atingida por um disparo na cabeça na quadra 425 de Samambaia. O esposo dela foi o autor do disparo. 

A Polícia Militar (PMDF) foi acionada pelo próprio suspeito por volta de 5h30, logo após o crime. Ele contou aos militares que passou a noite bebendo com a companheira e que, pela manhã, decidiram brincar de roleta russa. Disse ainda que, na primeira vez, a esposa tentou disparar com o revólver utilizado, mas a arma falhou. Em seguida, ele teria apontado a arma para a cabeça da vítima, atirado e matado-a.

Segundo vizinhos, o homem morava na quadra há pouco tempo, e não costumava conversar com ninguém na rua. O casal costumava ouvir música até de madrugada. No dia da morte, segundo um vizinho, eles estavam com som alto em casa desde 23h30.

Segundo a irmã do suspeito, a relação do casal era tranquila.

 

O cabo Leonardo, que atendeu a ocorrência, disse que ele parecia desnorteado. Ele chorou ao ser levado para a 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte), onde o crime foi registrado.

O homem tem passagem por violência doméstica, porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas.

Roleta-russa

A roleta-russa é um jogo no qual é utilizado um revólver. Retira-se um ou vários cartuchos do tambor e gira-se o cilindro, de modo que a localização da bala fique desconhecida. Então, a arma é apontada para a cabeça de outro jogador (ou para o mesmo) e é dado um tiro. A “brincadeira” consiste em não saber se a arma vai disparar ou não.


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