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Cidades

Sexta vítima de serial killer é uma menor de idade

Crime aconteceu no dia 1º de abril deste ano. Marinésio ameaçou a menor com uma faca e, após o estupro e a agressão, a chamou de lixo

Willian Matos

Publicado

em

Foto: Vítor Mendonça/Jornal de Brasília
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Vítor Mendonça
redacao@grupojbr.com

Por volta de 12h30 desta terça-feira (27), K.C.R.S, de 17 anos, acompanhada da família, relatou um novo episódio que envolve Marinésio dos Santos Olinto. O caso, desta vez, confirma violência sexual contra a vítima e aconteceu no Itapoã, próximo à regional de ensino da região administrativa.

No dia 1° de abril deste ano, o homem a abordou em um ponto de ônibus em frente a um colégio do Itapoã, onde trabalhava na época. K.C.R.S acabara de descer no ponto de ônibus para chegar ao serviço, por volta das 14h. No local isolado, o veículo modelo Blazer de Marinésio se aproximou e ele desceu com uma faca na mão, ameaçando a estudante do 3° ano do Ensino Médio.

Rendida, a jovem entrou no carro e Marinésio se dirigiu para atrás de uma região de Pinheiros, entre Itapoã e Paranoá. Ali, o homem a violentou sexualmente e, após o estupro, a agarrou pelo pescoço, jogou ao chão e desferiu socos e chutes.

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“Ele me chamou de lixo e me deixou largada ali, realmente como se eu não fosse nada”, relata a jovem.

Depois do acontecido, K.C.R.S voltou à parada de ônibus e foi para casa. “Eu estava chorando muito e não contei pra ninguém no ônibus nem em casa. Disse que estava chorando por um irmão que tinha morrido há um tempo.”

A mãe de K.C.R.S, Andreia Batista, 42 anos, diarista, afirma que a filha, após o ocorrido, tentou suicídio por três vezes, sem sucesso. “Ela tentou se cortar e só na última vez que nos contou o que havia acontecido. No dia seguinte mesmo estávamos na delegacia para prestar depoimento […] De lá para cá a vida dela parou…”

Atualmente, K.C.R.S recebe atendimento psiquiátrico e psicológico para ajudar na recuperação do trauma. Com a ajuda dos familiares e amigos, a estudante ainda pretende terminar os estudos para cursar a faculdade de Direito e se tornar juíza.




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