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Partidos políticos protocolam mandado de segurança contra reabertura do comércio no DF

Pedido é para que seja suspenso o decreto e apresentados estudos comprovando que o DF está preparado para a reabertura gradual do comércio

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Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília
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Hylda Cavalcanti
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Dirigentes regionais de cinco partidos protocolaram no Judiciário mandado de segurança coletivo pedindo a suspensão do decreto do governador Ibaneis Rocha (MDB) que determina a reabertura de grande parte de setores não essenciais do comércio, tais como bares, salões de beleza, além das escolas.

Eles argumentam, na peça jurídica, que o funcionamento normal destas atividades põe em risco a vida da população do Distrito Federal e segundo os médicos pode levar o sistema de Saúde a um colapso.

Assinam o mandado de segurança o PT, PSOL, PSB, Rede e Unidade Popular (UP) por meio dos seus presidentes regionais, respectivamente, Jacy Afonso , Fábio Felix, Rodrigo Dias, Ádila Rocha (Rede) e Leonardo Pericles.

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Dados científicos

Uma das justificativas para o pedido é o fato de não terem sido apresentados dados científicos por parte do Governo do Distrito Federal que sustentem a reabertura ampla dos setores econômicos e educacionais.

Os líderes destas legendas destacam, ainda, que a flexibilização do isolamento social deve se dar de forma gradual e a partir das orientações da Organização Mundial da Saúde, que estabeleceu o intervalo mínimo de duas semanas entre cada medida, com apresentação de estudos sobre o impacto em cada etapa.

“Já tentamos o diálogo, mas o governador não abre espaço para mediação. Antes de discutir a reabertura, o governador Ibaneis Rocha precisa cumprir a promessa de entregar 800 leitos e o hospital de campanha de Ceilândia, por exemplo, além de estabilizar o contágio no DF”, afirmou o presidente do PT no Distrito Federal, Jacy Afonso.

“O sistema de saúde já está operando na capacidade máxima e não sustentará o aumento exponencial de casos”, argumentou Afonso.

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O presidente do Psol no DF, o deputado distrital Fábio Felix, destacou que o grupo não é contrário à reabertura gradual dos serviços, mas mediante estudos e com a comprovação de que o governo está preparado para a contenção de novos casos.




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