Iniciado o julgamento que deve durar mais dois dias, o fundador da Gol, Nenê Constantino, passou mal na noite desta segunda-feira (8) e teve o pedido de dispensa acatado. O empresário de 86 anos, dono de companhias de transporte do DF, sofreu uma queda de pressão e se comprometeu a voltar no próximo interrogatório.
Constantino responde por homicídio qualificado ao ser acusado de mandar matar o líder comunitário Márcio Leonardo de Sousa Brito, 27 anos. O crime foi cometido em 2001 e se arrasta na Justiça.
A primeira testemunha a ser ouvida foi a delegada que esteve à frente do caso na época do homicídio, Mabel Alves de Farias Correia, que chefiava a 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte). Ela confirmou que havia ameaças para que os moradores da antiga garagem da empresa Pioneira deixassem o local. Na época, outras vítimas foram alvo de incêndios.