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Microempreendedores do DF terão créditos e oportunidade de capacitação

Um dos objetivos é executar o Programa de Microcrédito, para apoiar e financiar micro e pequenos empreendedores formais e informais da capita

Aline Rocha

Publicado

em

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Da Redação
[email protected]

Uma série de ações para aumentar o nível de ocupação, emprego e renda no Distrito Federal estão sendo elaboradas pelas secretarias de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho. As competências serão aplicadas na Portaria Conjunta nº 05, que foi publicada nesta segunda-feira (29) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

A portaria tem como um dos objetivos executar o Programa de Microcrédito com recursos do Fundo para Geração de Emprego e Renda do Distrito Federal (Funger-DF), para dar apoio e financiamento aos micro e pequenos empreendedores formais e informais da capital e Entorno.

A Funger vai disponibilizar, apenas em 2019, aproximadamente R$ 10 milhões aos interessados em captar empréstimos e financiamentos. Os valores vêm da Fonte 100 (recursos que podem ser empregados pelo Executivo livremente) e, no primeiro semestre do ano, aproximadamente R$ 6 milhões foram utilizados.

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Empréstimos

Os empréstimos variam de R$ 5 mil a R$ 70 mil, de acordo com a necessidade do interessado, como aquisição de máquinas de costura, cortadores de grama e até quiosques de comida. Os clientes podem tomar mais de um empréstimo a medida em que o negócio se desenvolve.

“A portaria consiste em oferecer crédito a juros baixíssimos para o produtor começar sua atividade como empreendedor individual, com orientação e direcionamento para o negócio”, explica o secretário do Trabalho, João Pedro Ferraz. “Com essa medida vamos oferecer não só o microcrédito, como, também, acompanhar o desenvolvimento desse empreendedor e ver as condições de como ele vai utilizar os valores tomados”, acrescenta.

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Os recursos irão para concessão de empréstimos e financiamentos aos microprodutores urbanos e rurais, artesãos, prestadores de serviços autônomos, feirantes e demais empreendedores do setor informal; a cooperativas ou outras entidades associativas de produção ou trabalho; aos microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte; e recém-formados.

Capacitação

Além disso, os recursos do fundo poderão ser alocados para capacitação e orientação técnica, formação e qualificação de jovens para o primeiro emprego e a cobertura de despesas de custeio e investimento.

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De acordo com o secretário do Trabalho, o retorno é garantido. “O microempresário cria a própria renda e muitas vezes gera emprego. Esse dinheiro volta para o orçamento e o nível de inadimplência é inexpressivo, por volta de 3% a 4%”, explica Ferraz.

Toda a operacionalização da portaria vai ocorrer na sede do Simplifica PJ (Taguatinga), que dispõe de estrutura para o atendimento. As salas do Empreendedor instaladas nas administrações regionais e a sede do Brasília Ambiental (Ibram) também devem receber os interessados.

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Com informações de Agência Brasília




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