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Justiça bloqueia R$ 421 mil em bens de empresas suspeitas de pirâmide financeira

De acordo com o processo, obtido pelo Jornal de Brasília, as empresas do grupo, que prestam serviços de assistência familiar, passaram a atrasar os pagamentos dos investidores, alegando estarem passando por “reorganização administrativa”

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Por Lucas Valença

Após supostamente não pagar os lucros dos investidores, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) determinou o bloqueio de R$ 421 mil em bens de empresas do Grupo SAF e dos sócios, que atuam na capital federal, em Sergipe e no Rio Grande do Sul, por suposto envolvimento em esquema de pirâmide financeira. As empresas atuam no formato de holding e trabalham com criptomoedas.

De acordo com o processo, obtido pelo Jornal de Brasília, as empresas do grupo, que prestam serviços de assistência familiar, passaram a atrasar os pagamentos dos investidores, alegando estarem passando por “reorganização administrativa”. A partir de abril de 2020, diante dos efeitos da pandemia da Covid-19, a companhia passou a se isimir da responsabilidade de um compromisso que havia firmado com cada investidor. O grupo se comprometeu a informar o calendário de pagamento aos colaboradores, mas o acordo não chegou a ser cumprido.

Segundo o advogado do caso, Felipe Bayma, sócio do escritório Bayma & Fernandes Advogados Associados, o Grupo SAF realiza vários negócios como uma “holding empresarial e, desta forma, a empresa atraiu investidores com a promessa de rendimentos diários acima do que é oferecido normalmente pelo mercado financeiro, conquistando centenas de pessoas que desejam empreender no mercado financeiro, em diversos Estados da Federação”.

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Bayma defendeu a decisão do TJDFT ao entender que “o grupo econômico poderá dilapidar ou esconder o seu patrimônio para frustrar o pagamento do débito”.




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