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Cidades

Fora do governo, Ruy Coutinho mira as privatizações

Lucas Valença

Publicado

em

Foto: Agência Brasília
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Depois de deixar a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do DF, após 19 meses, Ruy Coutinho retornou à iniciativa privada compondo um consórcio de consultores que tem procurado “dilatar” a dívida de médias e grandes empresas em dificuldades decorrentes dos efeitos da pandemia do novo coronavírus. 

Segundo um interlocutor que conversou com a reportagem, a atuação do ex-secretário se dá no sentido de “buscar alternativas de renegociação e reperfilamento das dividas” dos clientes junto a instituições financeiras nacionais e internacionais. Soma-se a isso, uma política de governança corporativa que tem como objetivo “elevar o potencial de valorização das companhias perante o mercado”.

Esta fonte, que procurou não se identificar, explica que grandes empresas “estão com problemas em arcar com os compromissos junto aos grandes bancos” e que, por essa razão, têm procurado “dilatar a dívida” e até suspender pagamentos de cobranças (standstill), pelo período da crise. 

A mira do ex-secretário, porém, está nos projetos futuros que devem ser tocados pelo governo federal no pós-pandemia. As possíveis privatizações que devem ser preparadas pela equipe econômica do ministro Paulo Guedes, deve receber o maior foco do ex-servidor do palácio. 

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Em entrevista recente, Paulo Guedes afirmou que a União pretende alienar até quatro grandes estatais. Entre as companhias federais mencionadas estão a privatização dos Correios e da Eletrobras 

Por enquanto, Coutinho mantém a mobilização de investidores no sentido de “aportarem recursos” nessas médias e grandes empresas.




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