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Edital para gestão privada do complexo do Mané Garrincha foi lançado nesta sexta (22)

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Jéssica Antunes
jessica.antunes@grupojbr.com

O edital de licitação para conceder o Estádio Nacional Mané Garrincha à iniciativa privada foi publicado nesta sexta-feira (22) no Diário Oficial do Distrito Federal. Quem vencer vai administrar a área de 700 mil m² do Centro Esportivo de Brasília (ArenaPlex), composto pelo estádio, o Ginásio Nilson Nelson e Complexo Aquático Cláudio Coutinho, pelo prazo de 35 anos ao custo de R$ 150 milhões.

As empresas interessadas têm até as 10h de 8 de fevereiro para apresentar propostas e a documentação mostrando que estão habilitadas. Conforme as regras, a vencedora terá de pagar pelo menos R$ 5 milhões por ano à Terracap, além de um percentual sobre os lucros. Estão previstos, ainda, R$ 80 milhões. Durante a concessão, o GDF estima que vai conseguir arrecadar pelo menos R$ 700 milhões em impostos.

No centro da cidade, entre o Buriti e o Congresso, o Estádio Nacional Mané Garrincha, privado de jogos do Campeonato Brasileiro em 2017, custa cerca de R$ 500 mil ao mês só para ser mantido, mesmo sem abrigar qualquer evento relevante. A cereja do bolo foi a conta de água em maio, que ultrapassou R$ 2,2 milhões por conta de um vazamento negligenciado

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Mais caro estádio construído para a Copa do Mundo de 2014, a arena é alvo de questionamentos, operações, polêmicas e relatórios de superfaturamento. A Polícia Federal aponta valor de R$ 1,57 bilhão, o Tribunal de Contas estima gastos de até R$ 2 bilhões, e o Palácio do Buriti divulga investimentos entre R$ 1,4 bilhão e R$ 1,6 bilhão.


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