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Comércio pode ter reabertura adiada para dia 7 de julho

Anteriormente planejada para o dia 1º do mês que chega, a opção passa a ser incerta devido à decretação de estado de calamidade pública na capital federal nesta segunda-feira (29)

Vítor Mendonça

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A reabertura do comércio não essencial do Distrito Federal poderá ser adiada para o dia 7 de julho e categoria se preocupa com a possibilidade de outras quebras de expectativa. Anteriormente planejada para o dia 1º do mês que chega, a opção passa a ser incerta devido à decretação de estado de calamidade pública na capital federal nesta segunda-feira (29).

“No nosso entendimento, essa declaração é para ter mais agilidade em responder às questões da pandemia e levantar mais recursos do governo federal”, opinou Jael Antônio da Silva, presidente do Sindicato Patronal de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar) ao Jornal de Brasília. “Ele não tinha decretado estado de calamidade ainda e sabemos que isso oferece uma série de facilidades. Acho que a questão principal se trata de [dar condições a] hospitais para atender as pessoas”, continuou o representante.

Desde a vitória no trâmite judicial para a reabertura no DF, os comerciantes aguardam Decreto que dispõe sobre protocolos de atendimento aos clientes da cidade. “Eu espero que não afete a reabertura do comércio. Temos que aguardar”, disse Jael. A expectativa, segundo ele, era que Ibaneis Rocha os recebesse ainda hoje para tratar da situação, mas não a reunião não aconteceu e a informação sobre a reabertura escalonada não chegou de forma direta ao presidente do Sindhobar.

Estado de emergência

A última providência de proporção similar aconteceu em 29 de fevereiro, quando o GDF decretou estado de emergência na saúde para ações contra o novo coronavírus. À época, a capital federal registrava 299 casos da covid-19. De lá para cá, cerca de quatro meses depois, o número cresceu a níveis alarmantes, registrando hoje 47.071 infectados – 157 vezes mais que o nível no fim do segundo mês.

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