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Caso Bernardo: inquérito foi concluído e Paulo Osório ficará preso na Papuda

Paulo Roberto Osório foi autuado em flagrante por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver do próprio filho

Aline Rocha

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Na tarde desta quinta-feira (12), a Divisão de Repressão à Sequestros (DRS) da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) concluiu o inquérito policial que apura a morte de Bernardo da Silva Marques Osório, de 1 ano e 11 meses, que foi assassinado pelo pai, Paulo Roberto Osório. Ele foi autuado em flagrante por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver do próprio filho. 

No inquérito está o laudo policial do Instituto de Criminalística (IC) que comprovou que, no vômito da criança, havia resquícios de Hemitartarato de Zolpidem, medicamento controlado usado para tratar insônia. Foi feito, também, um exame de DNA que confirmou ser Bernardo. 

O pai de Bernardo está preso desde 2 de dezembro no Departamento de Controle e Custódia de Presos (DCCP), no Complexo da Polícia Civil, no Parque da Cidade. O laudo psiquiátrico do Instituto de Medicina Legal (IML) da corporação era aguardado pela Justiça para definir onde Paulo seria alocado na Papuda. 

O laudo produzido pela Polícia Civil foi acolhido, nesta quinta (12), pela juíza da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal. Ela indeferiu o pedido da Defensoria Pública para que ele fosse preso, provisoriamente, na Ala de Tratamento Psiquiátrico (ATP) pois, de acordo com o laudo, “o periciado não apresenta qualquer transtorno mental e, do ponto de vista psiquiátrico-forense, não necessita ser alocado na Ala de Tratamento Psiquiátrico”.

Paulo Osório será conduzido, então, para a Ala dos Vulneráveis, já que essa é uma maneira de garantir que o sistema prisional seja estabilizado e a integridade física de Paulo seja assegurada.


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