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Cidades

93 voluntários para o HRC

Novos profissionais atuarão em diversos setores da unidade

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Nesta quinta-feira (12) o Hospital Regional de Ceilândia (HRC) recebeu 93 profissionais voluntários, das áreas de psicologia, enfermagem, biomedicina e radiologia. Eles fazem parte de um grupo maior, totalizando 158 selecionados por meio do Portal do Voluntariado do Governo do Distrito Federal. O restante da equipe será acolhido em janeiro do ano que vem.

“Esse trabalho tem uma importância enorme para a saúde pública. Cada voluntário traz a sua qualificação e um projeto de vida para dentro do hospital. Somadas, essas ações alteram de modo positivo a qualidade do serviço prestado à população”, comenta o superintendente da Região Oeste, Robertos Cortes.

Além de recepcionar os novos profissionais, o evento serviu como o primeiro contato com a estrutura e o funcionamento de uma unidade hospitalar. A Comissão de Voluntariado do hospital convidou diversos setores do hospital para ministrar palestras. Os temas abordados foram: Normas e Rotinas do HRC, Princípios do SUS, Ética e profissionalismo, Segurança do paciente, Práticas integrativas em saúde, Aleitamento Materno, Captação de órgãos e tecidos para transplantes.

Voluntariado Profissional

Essa união entre o desenvolvimento profissional e ações de relevância social são a base do voluntariado profissional. “Esse tipo de atividade promove o bem-estar físico e psicossocial dos usuários, além de melhorar os processos de trabalho, contribuindo para a humanização do serviço”, destaca a enfermeira e membro da Comissão de Voluntariado do HRC, Arlete Hosana.

A diretora de Planejamento, Monitoramento e Avaliação do Trabalho da pasta, Marineusa Bueno, explica que o Hospital de Ceilândia é um excelente cenário para o voluntariado profissional. “O HRC tem todos os níveis de atenção e isso contribui para o aprendizado de cada voluntário”.

A diretora administrativa, Maria Veridiana, enxerga o voluntário como um ato de empatia em prol de uma causa. “ Ficamos felizes com esse ato de doação que cada um faz. Esses profissionais mudam não apenas a vida dos usuários do hospital, mas também de toda a equipe de assistência”, relata.

Empolgado com a nova empreitada, o técnico de enfermagem Carlos Jean, 57 anos, revela que o trabalho no HRC será sua primeira experiência como voluntário. “Além dessa prestação de serviço social, o voluntariado permite que as pessoas adquiram experiência na profissão”, comenta. “Vou atuar na clínica cirúrgica, uma área nova para mim. Então, além de contribuir com o serviço, quero aprender e aperfeiçoar meus conhecimentos”, completa.

Os voluntários atuam no HRC desde 2017 e já prestaram mais de 15.1617 horas de trabalho em diversos setores da unidade. Ao fim do serviço voluntário, todos os profissionais recebem um certificado contendo a carga horária trabalhada e as atividades desenvolvidas.

Ajuda

O trabalho voluntário no serviço público distrital é regulamentado pela Lei 3.506/2004. No âmbito SES, o serviço voluntário profissional foi instituído oficialmente em novembro de 2016. Todas as unidades hospitalares da rede pública já contam com a atuação de voluntários, que podem atuar pelo prazo de até um ano.

Para ser voluntariar na rede pública de saúde do Distrito Federal é preciso ter mais de 16 anos, tempo disponível e vontade de ajudar e podem ser pessoas comuns, estudantes, servidores inativos e integrantes de organizações sociais.

A pasta conta com dois modelos de voluntariado: o social e o profissional. Pessoas com cursos específicos podem atuar como profissionais voluntários na respectiva área de formação. Já o voluntário social desenvolve atividades em favor dos pacientes, cuidadores, familiares e comunidade.

Atividades lúdicas, pedagógicas, artísticas e culturais, além de promoção de eventos beneficentes e celebração de datas festivas para a comunidade são exemplos de projetos desenvolvidos. Os servidores da Secretaria de Saúde só podem participar do programa como voluntários sociais.

Atualmente, cerca de três mil voluntários atuam, direta ou indiretamente, por meio de associações distribuídas pelas unidades da rede pública de saúde da capital.​

Com informações da Agência Brasília.


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