Da Redação
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Melhor prevenir. Com essa preocupação, a Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB) resolveu tomar algumas precauções contra a leishmaniose, que, este ano, já teve nove casos de contaminação confirmados no DF. O Zoo adotou a utilização de coleiras em canídeos, como cachorro do mato, cachorro-do-mato Vinagre, lobo guará e raposinhas, para a prevenção contra esta e outras doenças que afetam os animais da espécie em sua moradia.
Atualmente, todos os animais estão tendo as coleiras trocadas, pois elas estão com a validade, que pode variar de três a cinco meses, vencida. Além de repelir e até matar moscas e carrapatos, a coleira é o primeiro produto no mercado que consegue proteger os animais do mosquito transmissor da leishmaniose (flebótomos) com alta eficácia. Os veterinários e biólogos investigam periodicamente se existe ocorrência dos sintomas nos animais.
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