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Brasília

Vida Melhor chega a moradores de Taguatinga

Arquivo Geral

31/08/2009 0h00

A desempregada Adélcia Vieira Campos, 39 anos, conta todos os meses com a ajuda do governo para comprar pão, roupas e pagar as contas da casa. Ela recebe R$ 150 do Bolsa Escola por manter estudando os dois filhos, de 11 e 15 anos. “Essa é uma ajuda muito boa, ainda mais para mim, que estou sem trabalhar”, conta Adélcia.


Ela esteve nesta segunda-feira (31) no Centro de Orientação Socioeducativa (Cose) de Taguatinga Norte para receber o novo cartão social, que vai garantir que Adélcia e os filhos continuem recebendo o benefício. Ao todo, 1.015 cartões – 467 renovações para quem já recebia, 578 novos e 600 pelo programa Pão e Leite – foram distribuídos a famílias com renda per capita de até meio salário mínimo (R$ 232,5).


Ao distribuir os cartões na tarde desta segunda, o governador José Roberto Arruda ressaltou a importância do benefício para famílias de baixa renda. “Agora faça seus filhos estudarem. O conhecimento é a única coisa que podemos deixar a eles e que ninguém pode tirar”, disse o governador.


Em Taguatinga, já são 5.233 beneficiados com algum programa social – um investimento de R$ 855,2 mil. São 790 famílias que recebem o Bolsa Social (R$ 130 para quem tem baixa renda, sem filhos em idade escolar), 3.561 pelo Bolsa Escola (um filho, R$ 130; dois filhos, R$ 150; três filhos ou mais, R$ 180) e 882 ganham a Cesta Verde. O governo ainda entrega dois pães e um litro de leite (por filho entre seis meses e sete anos de idade) para 1.505 cadastrados na cidade.


De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest), o GDF arca sozinha com os custos dos programas Pão e Leite e Cesta Verde, e banca metade dos recursos para o Bolsa Social e Bolsa Família. A outra metade e custeada pelo governo federal.

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