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Brasília

UTIs: morte na fila de espera

Arquivo Geral

26/06/2011 6h37

 

Ana Paula Andreolla
ana.fernandes@jornaldebrasilia.com.br

 

Os esforços da Secretaria de Saúde em ampliar o número de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) não são suficientes. Ainda existem pessoas morrendo na fila para conseguir um leito. Na última semana, pelo menos duas pessoas morreram enquanto aguardavam uma vaga. Familiares das vítimas anseiam que o Governo do Distrito Federal (GDF) amplie o número de leitos o mais rápido possível, para evitar que outras famílias compartilhem a mesma dor.

 

Walter Feitosa de Pinho, 38 anos, pai de quatro crianças, passeava pelo Gama quando sofreu um acidente de carro, na semana passada. Com quadro de traumatismo craniano, ele precisou ser transferido para o Hospital de Base de Brasília (HBB), em função de seu delicado estado de saúde. A partir daí a família começou a sentir o caos em que se encontra a saúde pública no Distrito Federal.

 

“A ambulância gastou mais de três horas para transferir meu irmão. Quando chegaram com ele ao Hospital de Base, deram o nome errado. Nós procuramos por ele lá, mas disseram que não havia nenhum paciente com aquela nome. No Hospital do Gama, falavam que ele já havia sido removido. Foi um desespero até que o problema fosse corrigido”, relata a irmã da vítima, a jornalista Ana Cristina Feitosa de Pinho, 32 anos.

 

Leia mais na edição deste domingo (26) do Jornal de Brasília.

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