Valtemir Rodrigues
valtemir.rodrigues@jornaldebrasilia.com.br
A falta de vagas em estacionamentos públicos não se restringe apenas à área central de Brasília, como mostrou ontem o Jornal de Brasília. Em Taguatinga, a segunda maior economia do Distrito Federal, o deficit já ultrapassa dez mil vagas. Na cidade, onde a média é de um carro para cada dois habitantes e o fluxo de veículos chega a 150 mil ao dia, não difícil identificar o problema. Na falta de espaço para estacionar, gramado, calçada e até mesmo a rua são tomados por veículos.
Na região administrativa, os pontos mais críticos são as avenidas Comercial Norte e Sul, Samdu Norte e Sul, Pistão Sul e, principalmente, a área central da cidade, local em que o fluxo de pessoas é maior. Sem espaços públicos, as garagens rotativas particulares faturam. O edifício garagem do Alameda Shopping, por exemplo, recebe, por dia, pelo menos 300 veículos, que se revezam nos nove andares voltados a esse fim. Os interessados desembolsam por isso R$ 2,50 a cada duas horas de uso e R$ 1,50 por fração, ultrapassado esse tempo.
Por praticidade também há aqueles que optam por pagar em mensalidade. “Prefiro gastar R$ 175 todos os meses, mas ter a garantia de chegar ao trabalho e existir um lugar para deixar meu carro e não perder tempo esperando ou procurando uma vaga no estacionamento público”, conta Márcio Sousa, 38 anos, gerente de uma clínica odontológica no Centro de Taguatinga.
Leia mais na edição desta sexta-feira (7) do Jornal de Brasília