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Brasília

Último corpo pode estar preso na embarcação

Arquivo Geral

26/05/2011 7h00

Ana Paula Andreolla

e Juliana Ribeiro

redacao@jornaldebrasilia.com.br

“Vivo ou morto, eu quero meu filho. Essa incerteza é a pior dúvida do mundo”. A frase de Herculana Lisboa de Oliveira, 56 anos, expressa o sentimento compartilhado por mais sete famílias que viveram a angústia das buscas pelos corpos das vítimas do naufrágio do Imagination, ocorrido no último domingo. Apesar de todo o empenho do Corpo de Bombeiros, o filho de Herculana, Hadmilton José de Oliveira, de 31 anos, ainda não foi encontrado. O Corpo de Bombeiros não destaca a possibilidade de o corpo estar embaixo do barco, cujos preparativos para a retirada do fundo do lago começam hoje. As buscas de ontem, foram encerradas por volta de 19h. 

        
Herculana chegou às 10h para acompanhar as buscas por Hadmilton. Toda vez que assistia a movimentação dos barcos dos mergulhadores, ela ficava apreensiva, e aliviava a tensão em rodas de orações que ocorreram várias vezes ao dia sob liderança de um padre e de um pastor, convidados pelo Corpo de Bombeiros para dar apoio aos parentes do rapaz.

Leia mais na edição desta quinta-feira (26) no Jornal de Brasília.

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