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Brasília

Transtorno mental: quando a doença vira tragédia

Arquivo Geral

02/05/2011 7h05

 

Ana Paula Andreolla
ana.fernandes@jornaldebrasilia.com.br

 

 

“Eu não sinto ódio, sinto pena. Sinto pena porque sempre achei que ele fosse doente, e agora ele matou a minha irmã”. O desabafo da auxiliar de cozinha Dijanira Lima Sousa, 36 anos, retrata uma realidade que vem preocupando especialistas do mundo inteiro.

 

 

Dijanira perdeu a irmã, que foi assassinada pelo marido que está preso e em tratamento psicológico. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que cerca de 30% da população é portadora de transtornos mentais. Alguns desses transtornos, se não tratado, podem  resultar em tragédias, como a que enfrentou a família da auxiliar de cozinha em 2009.

 

Na última terça-feira, o cunhado de Dijanira, I.R.L., de 38 anos, foi condenado a 22 anos de prisão pelo crime que confessou ter cometido. Tenente da Polícia Militar e sem antecedentes criminais, I.R.L. disparou cinco tiros contra sua mulher, durante uma crise doentia de ciúmes. Após o crime, ele teria abandonado a casa onde a família morava, levando as duas filhas do casal. Na época, uma das crianças tinha dois anos e a outra sequer havia  completado  um ano.

 

Leia mais na edição desta segunda-feira (02) do Jornal de Brasília.

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