Há cerca de uma semana, os comerciantes da Feira Central de Ceilândia têm perdido a freguesia. Segundo eles, um dos esgotos ligados à feira estourou e está vazando. Com isso, a máscara cirúrgica virou um acessório essencial para o trabalho.
Adriano Tarouquela, proprietário da Banca Central, que vende jornais e revistas na feira, entrou em contato diversas vezes com a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) para que o problema fosse solucionado. “A única coisa que eles dizem é que não há funcionários o suficiente para resolver a situação. Tenho documentos e todos os protocolos das ligações que fiz”, lamenta Adriano. E completa: “As pessoas não querem mais vir aqui por causa do fedor. Estamos levando prejuízo”.
O administrador da feira, Francisco Nogueira França informa que desde 31 de julho realiza pedidos de solução para a Caesb. “Sempre falam que vão enviar alguém para desentupir o esgoto, mas nunca ninguém veio”, conta.
A assessoria de imprensa da Caesb, porém, informa que o problema reclamado é de responsabilidade da administração da feira e não da companhia. Após a equipe de reportagem ter ido ao local, porém, o problema foi resolvido pela Caesb. Segundo a assessoria, o problema era simples.