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Brasília

Testemunhos de recuperados marcam o Dia Nacional de Combate às Drogas

Arquivo Geral

24/06/2009 0h00

– “É possível um mundo limpo, approved livre da droga”, viagra 60mg afirmou hoje o deputado Cláudio Abrantes (PPS), buy ao abrir a sessão solene alusiva ao Dia Nacional de Combate às Drogas, realizado no plenário da Casa. Abrantes presidiu a sessão em substituição à deputada Eurides Brito (PMDB), autora do requerimento, que não pôde comparecer em razão de compromissos externos.


A professora Ana Maria Villaboim, assessora de Eurides, leu mensagem da deputada na qual ela afirma a importância e necessidade de envolvimento da sociedade na batalha contra as drogas, missão que, como educadora, abraçou há mais de duas décadas. É da deputada o projeto de criação, em 1981, do Proem – Promoção Educativa do Menor, no Parque da Cidade e destinado a menores em situação de risco.


A deputada Erika Kokay (PT), também ela uma ativa militante em defesa dos menores envolvidos com drogas e a criminalidade, defendeu uma maior oferta de políticas públicas voltadas para a questão das drogas, assim como uma política de comunicação e sensibilização pelo governo. Destacou, ainda, a importância de envolver a família, que é inteiramente afetada.


Essa também foi a conclusão a que chegou a professora Rita Cruz, coordenadora da ONG Apoio ao Menor Infrator, que passou pelo duro enfrentamento com o mundo das drogas em sua própria família, e hoje receita, para enfrentar o problema, “a metodologia do amor”, convencida de que “vale a pena acreditar na regeneração dos jovens”.


Diversos jovens, entre eles seu próprio filho, admitiram que tiveram a infelicidade de cair no mundo das drogas, mas que encontraram apoio e, sobretudo, amor, para se libertarem e construírem uma vida produtiva e cheia de esperanças. Apresentações musicais e de hip-hop de alunos do Proem completaram as demonstrações de que é possível vencer as drogas.


A psicóloga Lucíola Juvenal Marques, representando a Assessoria Especial para Política de Promoção da Cidadania – da Secretaria de Educação, traçou um amplo panorama do trabalho que vem sendo realizado pelo órgão, a partir do mapeamento e diagnóstico da violência realizado em escolas do DF.


Também a diretora do Proem, professora Maria dos Anjos Muniz de Menezes, discorreu sobre o acerto que foi a criação da escola, que provê ensino individualizado, em regime integral, a mais de 200 alunos, além de oficinas de educação básica, como o plantio de hortas e arte floral, entre outras.


O coordenador do projeto “Tudo que fizerdes pelo adolescente”, Chico de Aquino, lembrou seu passado de menino de rua, que se drogava e cometia crimes. Relatou como foi resgatado pela Pastoral Carcerária da Arquidiocese de Brasília e pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador Preso.


Hoje, há sete anos sem usar drogas e após 12 anos de liberdade após sua última detenção, no presídio da Papuda, ele coordena projeto de arte voltado para adolescentes patenteado pelo Fundo de População das Nações Unidas e vencedor de vários prêmios. Ao final de sua fala, dois jovens apresentaram um número de rap.


O subsecretário de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania do DF, João Marcelo Mendes Feitoza, discorreu sobre o trabalho de reinserção social que o GDF vem fazendo com apoio do Conselho de Políticas sobre Drogas.

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