Cristina Sena
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O centro comercial formado pelo Taguacenter e outros blocos de lojas é chamado pelos frequentadores de 25 de Março de Taguatinga. Todos os dias chegam caminhões carregados de caixas de papelão para os mais de 250 estabelecimentos, com as mais variadas mercadorias. E se os clientes fazem a festa com a reposição de estoque, o material reciclável é fonte de sustento das famílias de catadores de papel, latinhas e utensílios de plásticos que são desprezados diariamente nas fachadas das lojas.
Eles chegam cedo, antes do comércio abrir, e só vão embora depois das 18h, quando as portas das lojas começam a baixar. Juntam o material em carrinhos de mão, de supermercado ou em contêineres e entregam nas empresas de reciclagem ou esperam que o caminhão venha buscar tudo.
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