João Pedro Netto
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Na hora de adquirir um veículo usado, o comprador não deve levar em conta apenas o valor do automóvel. É preciso tomar uma série de precauções para não ser vítima de um criminoso e comprar um carro clonado. Essa, pelo menos, é a orientação da Polícia Civil, que registrou, somente nos primeiros quatro meses do ano, 349 ocorrências de adulteração de sinais identificadores no Distrito Federal – mais de dois casos por dia.
Quem for flagrado dirigindo automóvel com sinais adulterados está cometendo crime de receptação, cuja pena prevista varia de um a quatro anos de prisão. O número de ocorrências de adulteração de sinais identificadores registrado entre janeiro e abril deste ano é 28,78% maior do que no mesmo período do ano passado, quando foram registrados 271 casos. Isso é justificado, segundo a polícia, por uma mudança na metodologia utilizada no registro.
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