Camila Bairros e Elisa Costa
redacao@grupojbr.com
Na manhã desta quarta-feira (3), foi realizado um evento para a assinatura da sanção do projeto de lei que autoriza a expansão do Setor Comercial Sul (SCS). O governador Ibaneis Rocha não participou, e foi substituído por sua vice, Celina Leão.
Esteve presente no evento o presidente da Fecomércio, Jose Aparecido. “Em 1982, o SCS era referência no comércio, e conseguimos fatiar a licitação por quadras. Tínhamos atividades lá que já não existem mais, por isso, hoje é um momento histórico. Vamos valorizar o SCS e o setor produtivo, que está disposto a ajudar. A união faz com que o DF fique mais forte”, disse ele, acrescentando que é necessário o PPCUB, plano de preservação que deixa claro as regras de uso e ocupação do solo na capital federal, para que esses locais voltem a ter vida.
Dando seguimento ao evento, o secretário José Humberto afirmou que não bastam as obras, é necessário tornar o setor economicamente ativo.
O projeto levou cerca de 90 dias para ficar pronto, e tem como objetivo principal resgatar as empresas que já estão instaladas na região e atrair novas também. “Isso vai gerar empregos e renda. Precisamos de atividades que atraem pessoas e espaços profissionais, acabando com a sensação de insegurança. Vamos dar mais vitalidade ao centro de Brasília”, disse Marcelo Vaz, secretário de Habitação.
Substituindo Ibaneis Rocha no evento, Celina Leão revelou que o GDF reconhece o empresário como um gerador de emprego e renda, e isso muda a economia da capital federal. “O SCS faz parte da história do DF, e o abandono desse local é o abandono do coração do DF. Até o final do ano, teremos o setor quase todo pronto, mas teremos outro desafio: dar vida ao SCS”, completou a vice-governadora.