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Brasília

SES quer criar 141 leitos de UTI este ano

Arquivo Geral

03/05/2011 19h43

Até o final do ano, a Secretaria de Saúde pretende criar 141 novos leitos em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Para tanto, a pasta quer viabilizar a ampliação da oferta de vagas na rede pública. As medidas incluem obras, reformas, aquisição de equipamentos e contratação de profissionais.

 

O aumento da capacidade da rede pública, de acordo com o subsecretário de Atenção à Saúde do DF, Ivan Castelli, visa reduzir os custos com a contratação de leitos particulares e a melhoria do atendimento. “Ainda somos dependentes da rede privada. Nesse momento, esses leitos contribuem na transição de administração. Sem eles, a população ainda ficaria desassistida”, justifica.

 

Atualmente, a Secretaria de Saúde tem 125 leitos privados contratados. “À medida que forem criadas novas vagas, esse número será reduzido”, informa o subsecretario. Ele informou que os contratos com três hospitais particulares já foram encerrados.

 

Outra medida para baixar os custos é a rápida transferência de pacientes que recebem alta de UTIs e necessitam permanecer internados em enfermaria. Antes, esse paciente ficava cerca de sete dias aguardando a remoção, esse prazo caiu para apenas dois dias. Como a diária em UTI é de cerca de R$ 3 mil, a medida gera uma grande economia à SES.

 

A iniciativa só foi possível após a abertura de 16 vagas no Hospital Regional do Paranoá para receber os pacientes egressos de unidades intensivas até surgir vaga em seu hospital de origem. Já no Hospital Regional da Asa Sul (Hras) está sendo ampliada a Unidade de Cuidados Intermediários, com mais quatro leitos pediátricos, destinados a pacientes graves, mas que já não necessitam de atenção intensiva.

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