Os servidores concursados da assistência à educação entraram de greve na manhã desta segunda-feira (9). As escolas públicas do Distrito Federal ficaram sem serviço de secretarias, merenda, limpeza, vigilância, portaria e outros serviços fundamentais para o funcionamento regular das instituições. O comando de greve reúne todos os profissionais que trabalham na escola, menos os professores.
A greve, que não tem data para terminar, teve início depois que uma negociação dos servidores com o GDF não teve o resultado esperado por parte dos trabalhadores. “A cidade está toda coberta pela greve, temos pessoas em todos os lugares”, afirma a diretora administrativa de região Antônia da Souza Costa.
Na pauta de reivindicação está a realização de um novo concurso público, plano de saúde, incorporação da Gratificação de Apoio Técnico Administrativo (GATA), incorporação dos 28,86%, repasse do fundo constitucional de 13,83%, reajuste do tíquete alimentação e convocação imediata dos concursados.
A diretora administrativa ressalta a importância desses servidores para as escolas. “Vai ter uma hora em que os alunos vão entrar para sala, mas não vão querer ficar na escola. Os banheiros vão estar sujos, a sala imunda e não vai ter merenda. A falta do nosso trabalho reflete em toda escola”, avisa.
Uma assembleia geral está marcada para 9h desta quinta-feira (12), na frente do Palácio do Buriti. Na reunião os servidores esperam ouvir novas propostas do governo.