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Brasília

Secretaria que era ocupada por Paulo Octávio está no centro de várias fraudes

Arquivo Geral

16/03/2010 8h24

Carlos Carone

Uma série de empresários teria sido achacada e obrigada a participar do esquema fraudulento envolvendo cobrança de propina supostamente conduzido por funcionários da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal. As investigações em torno de irregularidades sobre a concessão de contratos do Pró-DF – programa destinado a promover o desenvolvimento econômico de Brasília – estão a cargo atualmente do Ministério Público, já que a Polícia Civil encontrou entraves na Justiça que evitaram a evolução das apurações.

Ontem, o ex-diretor do Departamento de Atividades Especiais (Depate) da Polícia Civil, o delegado aposentado Celso Ferro, confirmou que o esquema contaria com a participação até de subsecretários que, na época, trabalhavam na pasta e eram alvos da Operação Tellus.

Atualmente aposentado, Celso Ferro afirmou que as investigações tiveram início ainda em 2007, após a denúncia de um empresário de Ceilândia que teria sido alvo de despachantes que cobravam propina para a regularização e concessão dos lotes. “Um empresário chegou a gravar uma conversa que teve com um desses despachantes. A verdade é que com o início das investigações identificamos até estelionatários que estavam praticando esse crime em parceria com pessoas da secretaria”, disse Celso Ferro.

Logo depois da denúncia que veio à tona com a gravação, um inquérito policial foi aberto na Divisão Especial de Repressão aos Crimes Contra a Administração Pública (Decap).

Leia mais na edição desta terça-feira (16), no Jornal de Brasília.

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