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Brasília

Santa Maria ganhará ciclovia de 16 km

Arquivo Geral

02/12/2009 0h00

Uma obra que vai mudar a cara da cidade. Com esse objetivo foi projetada a Ciclovia de Santa Maria que integra o projeto Pedala DF, do Governo do Distrito Federal. O trajeto vai de uma ponta a outra da cidade, passando pelos canteiros centrais das duas principais avenidas: Alagados e Santa Maria.


“Queremos facilitar o deslocamento dos trabalhadores pela cidade aproveitando que a nossa cidade é plana”, explica o administrador de Santa Maria, José Ricardo do Nascimento.


 A obra da maior ciclovia urbana do DF será iniciada no ano que vem. A previsão de sua conclusão é de aproximadamente três meses, beneficiando 118 mil moradores da cidade.
 
A ciclovia terá 16 quilômetros de extensão, em pavimento asfáltico, por 2,5 metros de largura. Haverá sinalização horizontal, ou seja, pintada na ciclovia, e vertical, com placas. A via será dividida em duas faixas, para idas e vindas, e onde houver cruzamentos com outros veículos a sinalização será reforçada.


Paisagismo da ciclovia será destacado
 
De acordo com o projeto, a ciclovia de Santa Maria será margeada por árvores e plantas que convidem ao ciclismo, como uma atividade alegre, saudável e útil, rumo ao trabalho, de retorno ao lar ou por simples esporte. Nos casos em que as áreas percorridas são de arborização escassa então o plantio busca proporcionar sombra tanto pela tarde quanto pela manhã.



A opção foi exclusivamente por árvores nativas, tais como o “tamboril”  e o “angico”. Essa opção vai ao encontro do processo ecológico natural, espécies capazes de fornecer abrigo e alimento à avifauna do Cerrado. Pela legislação vigente no Distrito Federal: para cada espécie nativa retirada, 30 mudas de espécies nativas deverão ser plantadas.
 


As espécies escolhidas para serem plantadas junto às áreas de descanso, são as já comumente empregadas pelo Departamento de Parques e Jardins para figurar nos estacionamentos de Brasília. Com essa utilização de espécies já comprovadas se evita danos à ciclovia e à pavimentação. A escolha recaiu por espécies de raízes profundas e que não produzam resinas ou frutos que possam causar danos na queda e que não percam as folhas no inverno.


O piso nas áreas de descanso se constitui de bloquete intertravado, para diferir do pavimento empregado na ciclovia e permitir a infiltração de águas pluviais no solo. Vai possuir espaço para quatro bancos, dois bebedouros e área para duas estruturas de apoio às bicicletas, os paraciclos.
 


A bicicleta surge hoje como uma alternativa totalmente adequada ao transporte. São diversas as suas qualidades: preço acessível, manutenção fácil, simplicidade de funcionamento, ausência de poluição química ou sonora, pequena dimensão e ainda a capacidade de proporcionar ao ciclista um bom preparo físico.


 


 

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