Raphaella Sconetto
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O ex-governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, negou que Ricardo Leal tenha sido tesoureiro em suas campanhas eleitorais. Ricardo era chefe do Conselho de Administração do Banco de Brasília(BRB) e é um dos alvos da operação que investiga um suposto esquema de propina na instituição bancária. Rollemberg afirmou ainda que, no seu governo, o BRB tinha “autonomia administrativa e financeira”.
“Durante o período em que governei o Distrito Federal, o BRB teve autonomia administrativa e financeira, sem qualquer tipo de intervenção. Ricardo Leal nunca foi tesoureiro de qualquer campanha eleitoral minha”, pontuou o ex-governador.
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O esquema teria começado em 2012 e passado por reestruturação em 2015, sob o comando do chefe do Conselho de Administração do BRB, Ricardo Leal.
Conforme o apurado, houve pagamentos indevidos para liberar, via BRB, recursos do Instituto de Gestão Previdenciária de Tocantins (Igeprev-TO), do Regime de Previdência Social do município de Santos, do Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Sul (IPERGS) e de fundos próprios do BRB, entre outros.