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Brasília

Representantes de Portugal visitam horto medicinal biodinâmico em Brasília

Iniciativa da SES-DF integra 42 hortos comunitários e é reconhecida pela FAO como referência em promoção de saúde.

Redação Jornal de Brasília

11/05/2026 13h46

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Árvores frutíferas e ervas medicinais estão entre as dezenas de espécies cultivadas no horto | Fotos: Arquivo/Agência Saúde DF

Representantes do Ministério da Saúde de Portugal visitaram o Horto Agroflorestal Medicinal Biodinâmico (Hamb) da UBS 1 do Lago Norte, em Brasília, que se tornou referência internacional em promoção de saúde e segurança alimentar. O projeto, em parceria com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Brasília, integra 42 hortos comunitários focados nos cuidados com a saúde, segurança alimentar e integração da comunidade.

Servidores dos ministérios brasileiros da Saúde e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome também acompanharam a visita. “Foi uma experiência enriquecedora porque, de fato, percebe-se que a unidade envolve a comunidade em um conjunto de atividades que promovem a saúde como um todo. E a rede deve realmente ter espaços de promoção da saúde, não só de tratamento de doenças”, avalia a representante do Ministério da Saúde de Portugal, Maria João Gregório.

Anteriormente, o espaço acumulava lixo e hoje abriga dezenas de espécies de vegetais, incluindo árvores frutíferas e ervas medicinais. Parte da produção dos hortos é enviada às duas Farmácias Vivas da SES-DF, que produzem medicamentos fitoterápicos. O desenvolvimento desses locais envolve a capacitação de servidores participantes do projeto.

Lina Alencar, chefe de gabinete da Subsecretaria de Atenção Integral à Saúde da SES-DF, destaca a integração dos 42 Hambs aos demais serviços oferecidos à população. “Os hortos representam, além do cuidado com a terra, plantas e ambiente laboral, um cuidado à pessoa, à saúde mental. É uma interface entre o profissional e a coletividade, entre o serviço de saúde e a comunidade”, explica.

A gestora também lembrou que a iniciativa já foi reconhecida como experiência bem-sucedida pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

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