Valtemir Rodrigues
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O brasiliense não sabe qual a qualidade do ar que respira. No Distrito Federal há sete estações de monitoramento, mas que avaliam apenas a quantidade de fuligem e fumaça existentes no ar. O monóxido de carbono, considerado por especialistas como um dos grandes vilões para a saúde, ainda não passa por medições. Isso é preocupante, já que a frota de veículos da capital federal é a que mais cresce no País – 8,5% ao ano – com uma frota atual de 1,2 milhão de automóveis.
“Não sabemos ao certo quanto de monóxido de carbono produzimos, o que é importante para dimensionar a necessidade de inspeção veicular”, explica Genebaldo Freire, professor do Departamento de Engenharia Ambiental da Universidade Católica de Brasília (UCB). O estudo que ele coordenou concluiu que só de gás carbônico – o menos prejudicial para a qualidade do ar – são produzidas no DF cerca de mil toneladas ao ano, levando em conta a frota atual de veículos.
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