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Público deverá apresentar carteira de vacinação do DF para tomar 2ª dose

As autoridades tem realizado coletivas constantemente para informar a população local a respeito do avanço da doença na capital candanga

Imunização para diversas categorias de servidores da saúde começou e terá oito etapas | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde

Na tarde desta segunda-feira (19), os secretários da Casa Civil, Gustavo Rocha; e da Saúde, Osnei Okumoto, concederam uma entrevista coletiva, no Salão Branco do Palácio do Buriti, para atualizar as informações referentes as ações do GDF no combate à covid-19. No evento, as autoridades destacaram a aplicação da D2 (segunda dose) será realizada após o público apresentar a carteira de vacinação do DF.

O secretário da Casa Civil destacou o fato do Distrito Federal apresentar diminuição na quantidade de casos ativos. Atualmente, o índice aponta para 11.053 contaminação em vigência. Além disso, Gustavo Rocha frisou que a taxa de transmissibilidade do coronavírus está em 0,93. Em um momento mais crítico, o indicador chegou a marcar 1,38. Vale ressaltar que o importante é que o número fique abaixo de 1. Quanto a lista de espera de leitos de UTI, quantidade atual é em 162 pessoas que aguardam para serem internadas nos espaços.

“Hoje, 31,9% das internações são de pessoas até 49 anos. E tivemos um aumento de 6,7% nas internações na faixa etária de 14 a 29 anos. Atualmente todos são grupos de risco”, indicou Gustavo Rocha.

Outro ponto indicado pela autoridade foi o fato de somente 22.729 pessoas terem sido imunizadas no último sábado (17). O índice representa cerca de 50% da quantidade prevista. Segundo Rocha, parte da sociedade tem resistência ao medicamento AstraZeneca. Entretanto, o chefe da Casa Civil afirmou que tanto o imunizante quanto a vacina CoronaVac são seguras.

Para assegurar a aplicação da segunda dose no DF, as pessoas que forem tomar a D2, precisarão apresentar o cartão de vacinação do Distrito Federal. O motivo é que a quantidade de medicamentos está sendo distribuída para garantir que o público (local ou de outras unidades federativas) que tomou a D1 tenha direito de receber a última carga.

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Em sua fala, Osnei Okumoto afirmou que presenciou neste, final de semana, momentos em que pessoas questionavam qual imunizante iriam receber. Ao serem informadas que a vacina aplicada seria a AstraZeneca, alguns presentes optaram por não ser vacinadas.

O chefe da Saúde pediu para que a população não deixe de se vacinar por causa de casos de efeitos causados pelos imunizantes. Ao todo, 1.495 pessoas (aproximandamente 0,21%) apresentaram reações adversas aos imunizantes (995 pela Coronavac e 500 pela AstraZeneca).

“Constatamos que as reatividades e sintomas de ambas as vacinas são os mesmos. Ambas as vacinas são seguras, não deixe de tomar”. pediu, Osnei.

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Baseado em estudos clínicos, Okumoto frisou que pessoas que não tomarem a 2ª dose têm perda considerável no processo de imunização. Em complemento, Rocha afirmou que as duas vacinação são fundamentais.






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