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Pandemia pressiona por formação de intensivistas

O novo quadro de enfrentamento à pandemia pressionou a formação desses profissionais, e até acelerou essa formação

Foto: AFP

A pandemia da covid-19 tornou ainda mais imprescindíveis dois tipos de profissionais de saúde: os que atuam na emergência, no pronto-atendimento dos pacientes, e os que atuam nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), os intensivistas.

O novo quadro pressionou a formação desses profissionais, e até acelerou essa formação.

Antes, os intensivistas faziam um curso de quatro anos além da formação de medicina, que é de seis anos. Esse tempo diminuiu para três anos de formação mais intensa a cada ano. É o que conta a médica Martha Rocha, diretora da Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS), da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), na edição desta semana do JBrSaúde. O programa, em parceria com o Imagem&Credibilidade, vai ao ar todas as quintas-feiras, com apresentação de Estevão Damázio.

Queiroga

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou em solenidade em (14) de abril que o governo ofereceu 600 vagas em residência médica e multiprofissional para formar médicos intensivistas, enfermeiros e fisioterapeutas. A atuação dos profissionais para o enfrentamento à pandemia de covid-19.

O anúncio foi feito após a segunda reunião do Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia da Covid-19, no Palácio do Planalto, em Brasília.

Para o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que também participou da reunião, é importante a presença de profissionais especializados, principalmente nas unidades de terapia intensiva. “A habilitação de profissionais que possam fazer o enfrentamento da pandemia é fundamental. Precisamos de material humano, de pessoas bem formadas para esse atendimento”, disse.

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