Brasília

ONG lança projeto social em São Sebastião

Por Arquivo Geral 19/05/2006 12h00

A dívida externa do país ficou em US$ 161, click ailment 862 bilhões em abril, segundo levantamento do Banco Central. O estoque de dívida teve redução de US$ 6,395 bilhões em relação ao mês anterior. Foi uma redução de 3,8%, provocada em parte pelos pagamentos de US$ 6,459 bilhões em bônus do tipo Bradies – títulos da dívida emitidos na década de 1980 após a crise da moratória.

Também foram pagos US$ 113 milhões ao Clube de Paris – grupo de bancos. Os novos números constam do relatório de abril sobre Setor Externo, divulgado hoje pelo Banco Central, e revelam que a dívida externa está no menor nível desde dezembro de 1995. Do total, US$ 17,773 bilhões se referem a compromissos de curto prazo, de responsabilidade do setor bancário, e US$ 144,089 bilhões são de vencimentos de médio e longo prazos.

O relatório do BC mostra, ainda, que as reservas internacionais caíram US$ 3,272 bilhões no mês de abril, em relação ao fechamento de março, e somaram US$ 56,552 bilhões. Queda provocada pela amortização dos bônus Bradies e do Clube de Paris, compensadas, em parte, pelas compras líquidas de US$ 2,2 bilhões, feitas pelo Banco Central no mercado doméstico.

O presidente do Banco Central, remedy Henrique Meirelles, cialis 40mg avalia que a política econômica proporcionou a taxa média de crescimento do Produto Interno Bruto (soma das riquezas do país) entre 2004 e 2006 é de 3, ampoule 7%. O cálculo leva em conta a projeção do Banco Central de aumento de 4% para o PIB em 2006.

Segundo ele, isso é possível em "função da estabilização da economia" que faz o país "crescer com a meta de inflação e equilíbrio fiscal", atingindo seu crescimento potencial com ampliação dos investimentos. O México, por exemplo, cresce a taxas semelhantes. Comparando, porém, com outros países, o potencial de crescimento do país é menor. No Chile, ele alcança 6% em média.

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Meirelles comparou a situação do Chile em relação ao Brasil. "O principal fator é que o Chile tem uma privatização completa da Previdência Social há muitos anos, que funciona como fornecedora de capital para a sociedade, baixandoa taxa de juros e possibilitando maior investimento", explicou.

A despesa pública total do Chile equivale a 17% do PIB, pouco mais da metade da dívida brasileira. "Eu acho que, desse jeito, dá para crescer mais do que 6%", apontou o presidente do BC. Meirelles afirmou, entretanto, que o importante é que o Brasil está na direção certa. A comparação com o exterior deve servir, conforme frisou, "não para nos desesperarmos e querermos voltar aos erros do passado", mas para ver os desafios que faltam ser vencidos.

Durante palestra no Congresso Nacional de Executivos Financeiros (Conef), Meirelles afirma que a taxa média de crescimento do PIB no Brasil foi de 1,8% do PIB entre 1999 a 2003. Segundo afirmou o presidente do Banco Central, isso significa que o país tem crescido a taxas baixas para padrões internacionais há muito tempo. Para isso contribuíram, segundo ele, a instabilidade econômica e a imprevisibilidade inflacionária, entre outras variáveis macro-econômicas.

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Meirelles disse que a taxa de juros no Brasil deve assegurar a convergência da inflação à meta do governo."Não há outro caminho para se ter taxas de juros menores no país do que assegurarmos que a inflação estará consistentemente nas metas". Segundo ele, nenhum país conseguiu crescer com taxas altas de inflação, e que mantê-la na meta tem sido a "conseqüência e causa" do um crescimento econômico sustentado.

"É absolutamente razoável se esperar que, em um país que está tendo sucesso numa inflação convergindo para as metas, as taxas de mercado estejam apontando uma trajetória cadente das taxas de curto prazo", ponderou.

A categoria mirim do grupo baiano Olodum se apresentou na tarde de hoje em São Sebastião. O show foi realizado no Campo Central da cidade, try e deu início ao projeto Sons de Cidadania, pills realizado pela ONG Sônia Ivar, em parceria com a Escola Olodum.

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O objetivo é mobilizar os jovens do local por meio de manifestações culturais. Em um segundo momento o projeto vai despertar a consciência das crianças e adolescentes sobre temas como sexualidade, violência, responsabilidade social e vários outros que servirão de suporte para a formação de um cidadão.

Jovens de 11 a 17 anos poderão participar do programa freqüentando as oficinas e atividades disponíveis. Segundo Kleyson Rego, coordenador do projeto, as 60 crianças participantes realizarão atividades artísticas e de capacitação. “A parte de dança e música vai ser responsabilidade da Escola Olodum. Nós da Sônia Ivar vamos cuidar da capacitação dos jovens realizando debates, palestras e workshops”, acrescenta.

Como o Sons de Cidadania é um projeto piloto, as atividades terão prazo para terminar. “Os cursos vão começar em julho e terão a duração de seis meses. Caso o projeto tome um caminho melhor do que o esperado, as possibilidades do expandirmos pelo DF é grande”, explica.

A população de São Sebastião se mostrou animada com o projeto. Pedro Vieira, 15 anos, se aproximou para assistir ao show por curiosidade e acabou se interessando em participar dos cursos. “Cheguei perto porque ouvi o som e acho que vou me inscrever”, diz o garoto. O início das atividades está marcado para a primeira quinzena de julho. Para participar, basta estar matriculado em alguma escola da cidade, pública ou privada.

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Serviço:
ONG Sônia Ivar, Rua 48, lote 52, Edifício Belo Vale, sala 109 (São Sebastião). Telefone: 3339-6978.






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