Camila Costa
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Os enxovais usados nos hospitais, como lençóis e fronhas, têm em média de um a dois anos de vida útil. Durante esse período, são lavados de acordo com normas de proteção e controle de saúde pública. Depois disso, essa roupa de cama é descartada.
No Distrito Federal, segundo a Secretaria de Saúde, depois de usados nas unidades da rede pública, esse material é incinerado e não corre o risco de reaproveitamento para outros fins ou comercializado fora dos hospitais.
O que determinará o tempo de uso do enxoval, segundo a gerente de Hotelaria da Secretaria de Saúde, Cláudia Benjamin, são dois fatores: os produtos usados e a forma como são lavados. Contudo, na rede pública, a vida útil não passa de um ano. “Isso depende da rotatividade de cada local, mas dura de seis meses a um ano. Cada regional lava o seu material, dentro das lavanderias próprias, que são ligadas ao Núcleo de Gestão das Lavanderias, da secretaria”, explica.
Esterilização
O destino desses materiais é a incineração, garante Cláudia. No entanto, o descarte poderia ser feito em lixos comuns ou, em outros casos, os enxovais poderiam ser reaproveitados. “Quando está contaminado, é esterilizado quimicamente, sai limpo e pode ser descartado junto com outros resíduos comuns. Pode ir para qualquer lugar, como para um aterro sanitário, por exemplo. Vira uma roupa qualquer, que pode ser usada para limpar chão ou superfícies”, afirma a gerente.
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