O ex-dono da Gol, Nenê Constantino, foi condenado a 16 anos anos e seis meses de prisão pelo Tribunal do Júri de Taguatinga por homicídio qualificado. Para o júri popular, o empresário de 85 anos de idade encomendou o assassinato do líder comunitário Márcio Brito, em 2001. Dos cinco réus, quatro foram condenados pelo crime.
São eles: o ex-vereador de Amaralina, Goiás, Vanderlei Batista Silva; o dono da arma usada no crime, João Alcides Miranda; e o ex-empregado do empresário João Marques dos Santos. O genro de Constantino, Victor Bethônico Foresti, foi absolvido. Manuel Tavares, o suspeito de ter disparo o tiro que matou Márcio Brito, morreu antes do julgamento.
O líder comunitário Márcio Brito foi morto a tiros, em 12 de outubro de 2001. O crime ocorreu depois que ele e um grupo de famílias ocuparam o terreno em que funcionava a garagem da empresa de ônibus Viação Pioneira, do empresário Constantino.