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Museu de Arte de Brasília é reaberto no aniversário da capital

MAB ganhou novas salas e ainda mais espaço. Unidade ficou 14 anos fechada

Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília

Após 14 anos fechado, o Museu de Arte de Brasília (MAB) foi reaberto nesta quarta-feira (21), data em que a capital do país completa 61 anos. E a unidade apresenta algumas novidades.

As obras modernizaram a unidade, que conta agora com mais espaços. Um deles é a reserva técnica com quase 600 metros, que antes não existia, além de uma sala de triagem para receber e avaliar obras, uma sala de contemplação, com vista para o jardim e o Lago Paranoá e uma sala de múltiplos usos, onde poderão ser ministrados cursos e workshops.

O MAB tem também uma sala de quarentena, onde as peças que chegam para o museu passam um tempo para serem observadas. Isto é para o caso delas apresentarem pragas ou até para serem aclimatadas.

Outro espaço do MAB que a Secretaria de Cultura destaca é a doca coberta, por onde circulam os caminhões com as obras de arte, sem desnível entre a altura do veículo e o piso de entrada. O museu dispõe ainda de um alçapão no piso superior para o transporte de obras que necessitam ser guinchadas devido à sua dimensão.

Quanto à acessibilidade, o MAB conta dois elevadores especiais, seja para o transporte de pessoas com deficiência ou de obras de arte.

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“No momento em que o país inteiro vive uma crise sanitária desta dimensão, ter o Estado um olhar para a cultura para que ela não seja mais uma vítima do que está acontecendo já é um presente muito grande para o mundo artístico”, aponta o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues.

Confira um tour criado pela Secretaria de Cultura:

Sustentável, o MAB conta com energia solar e captação de água de chuva para alimentação dos reservatórios pluviais.

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Especial em sua estrutura, o acervo do museu também não fica para trás. O MAB conta com obras de Tarsila do Amaral, Fayga Ostrower, Solange Escostegy, Glênio Bianchetti, Fernando Carpaneda, Thomie Ohtake, Darlan Rosa, entre outros. A primeira exposição vai contar a história de Brasília.

“Não é somente os deuses da cultura que comemoram a reabertura desse museu, toda a classe artística comemora. Ele é o laboratório para desenvolver Brasília em vários segmentos. Ele é um monumento vivo da arte de Brasília”, acrescenta Bartolomeu Rodrigues.

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