Bruna Sensêve
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Dos 513 condomínios horizontais do Distrito Federal, apenas 45 loteamentos, cinco quadras do Itapoã e os parcelamentos das QI e QL 30, no Lago Sul, estão em processo de regularização. Vicente Pires e parcelamentos do Grande Colorado devem ser os próximos a entrar na lista. Mesmo para alguns deles, o processo de instalação completa da infraestrutura não pode ser feita. Para isso, é necessário ter o licenciamento do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), que pode demorar quase dois anos, após o decreto de regularização, para ser liberado.
A superintendente de Licenciamento e Fiscalização do Ibram, Paula Romão, explica que, para fazer obras de pavimentação, por exemplo, é preciso ter uma licença de instalação emitida após a entrega de documentos, um parecer do Grupo de Análise de Parcelamentos (Grupar) e a análise ambiental do Ibram.
Esse processo é feito primeiramente para o setor habitacional irregular para a liberação de obras gerais, e depois, para cada condomínio. São duas licenças de instalação que demoram, cada uma, entre seis meses e um ano para serem emitidas.
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