Da Redação
redacao@jornaldebrasilia.com.br
Os moradores do Acampamento Pacheco, na Vila Planalto, estão revivendo os tempos em que a terra e a poeira tomavam conta do local e o asfaltamento das ruas era um sonho. Desde o início do ano passado, o bairro está recebendo a rede de águas pluviais. Depois que a instalação é feita, o asfalto é rapidamente recolocado. Mas, na Rua 7, não foi assim que aconteceu.
O asfalto da avenida foi retirado há um mês, a rede de águas pluviais foi concluída mas, até hoje, os moradores ainda convivem com a terra vermelha e uma poeira sem fim.
“É uma avenida principal e a poeira sobe por 24 horas, pois passa carro e ônibus toda hora. Não tem nada que pare limpo e a saúde dos moradores está comprometida”, diz o líder comunitário da Vila Planalto, Nilson Alves de Lima, 50 anos.
Ele diz que já ligou para a Novacap, foi à Administração Regional da cidade, ligou para o engenheiro da empresa responsável pela obra, mas até hoje nada foi feito. Segundo Nilson, o engenheiro afirmou que o trabalho seria feito na quarta ou quinta-feira, mas não apareceu ninguém. “Como conviver com tanta poeira?”, indaga.
Leia a matéria completa na edição deste sábado (25) do Jornal de Brasília