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Moradora de Edilândia sobre situação do povoado durante buscas por Lázaro: caótica

Moradora contou que Lázaro entra nas propriedades abandonadas para tomar banho, se trocar e reunir suprimentos

Foto: Divulgação/Polícia Militar

Mateus Souza
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Uma diarista moradora de Edilândia, povoado do município de Cocalzinho-GO, descreveu a situação da região. Ela justifica a dificuldade da força-tarefa em achar o foragido, Lázaro Barbosa, de 32 anos, acusado de uma série de crimes, incluindo o assassinado de uma família na região do Incra 9 (Ceilândia). Buscas chegam ao 10° dia.

A moradora, cuja família tem um sítio na região, conta que os parentes deixaram o local. Ela descreve a situação do povoado como caótica. Conforme o relato da diarista, que prefere não ser identificada, as pessoas que moram na região abandonaram seus sítios, deixando as plantações e os animais para trás. Ainda conforme a diarista, Lázaro entra nas propriedades abandonadas para tomar banho, se trocar e reunir suprimentos.

Segundo a moradora, por conhecer a região e ser mateiro, Lázaro tem uma vantagem em relação à equipe da força-tarefa. Para ela, pessoas que conhecem e caçam no local poderiam auxiliar nas buscas.

Buscas chegam ao 10° dia

A força-tarefa responsável pela operação é composta por mais de 200 policiais e está sediada no distrito de Girassol, em Cocalzinho-GO, cidade interiorana onde reside o pai de Lázaro. Na noite de ontem (dia 17), o secretário de Segurança de Goiás, Rodney Miranda, informou que o procurado foi visto três vezes por testemunhas. O momento de maior movimentação ocorreu por volta das 16:30, quando a equipe de policiais chegou a trocar tiros com Lázaro.

Ainda na quinta-feira (17), Miranda anunciou que a força-tarefa será reforçada por 20 agentes da Força Nacional de Segurança. Segundo ele, a oferta veio do Ministro da Justiça e Segurança Pública, o delegado Anderson Torres.

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