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Brasília

Missão de criar, prazer de ser companheiro

Arquivo Geral

14/08/2011 9h45

Sarah Campo Dall’Orto

sarah.campo@jornaldebrasilia.com.br

 

 

A família é uma das instituições mais importantes da sociedade e, dentro dessa estrutura, a mãe, quase sempre, consegue ocupar mais espaço. Sendo assim, qual o significado da presença paterna? Para Fellipe Teixeira, ser pai de Julia é ser responsável pela atuação social da filha e ensinar a ela a importância do trabalho e do conhecimento. Já Felipe Leite Alencastro diz que a experiência de ser pai de Lara foi algo que aconteceu antes da hora e que mudou sua vida, tornando-a melhor e repleta de emoção. 

 

 

Emoção é exatamente o que não falta para Máximo Migliari, desde que Rafaela e os gêmeos Théo e Noah chegaram para chacoalhar a vida do paizão. “Além de comemorar o Dia dos Pais na companhia dos meus filhos, hoje também tenho o bônus de festejar meu aniversário de 33 anos”, conta o empresário da área de TI.

 

 

Casado há dez anos com Daniela, não é exagero dizer que Máximo brilha quando fala dos filhos e da família. “Somos muito grudados. Como os bebês são bem novinhos, ainda estou criando uma relação com eles, mas eu e a Rafa, que já tem 4 anos, nos amamos há mais tempo.” E ele confessa ter entre os documentos do computador, um arquivo com as pérolas da Rafa. 

 

 

O desejo de ser pai vem da adolescência, pela relação saudável que cultivou com a mãe e por querer curtir, ainda jovem, a infância dos filhos. A decisão por começar um ninho, como ele diz, ganhou força após seis anos de união. “Resolvemos parar de usar proteção e, no mês seguinte, a Dani estava grávida.”

 


Leia mais na edição deste domingo (14) no Jornal de Brasília.

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